(Para uma criatura Ana-Crônica.)

Moça com quê de Anjo,
Onde há quê de Demônio.
-Cigarro?
Se quer a Ruindade,
Não há cão que te aguente,
Nem demônio que te corte.
-Morte aos ínfimos!
Há quem diga ao violão:
-Não há corda que te aguente!
Ou lençol. Ou dedos,
Ou um olho, sequer.
-Morte aos ínfimos?
Infame.
Cale a boca, você.
Você mesmo!
Que mal vale um verso.
Serve, assim sim!, a uso.
Mas a usufruto de infla-ego.
6 comentários:
Primeira poesia que alguém dedica a mim. *-* PS: E importante ressaltar que ela brotou num mesa cheinha de vodca e mangueira e cigarros e gelo e refreskant, na companhia de mais duas criaturas vis! \o/
Duas criaturas vis e poetas, diga-se de passagem.
que criaturas são estas que não valem versos, mas das quais alguns versos se valem!!!
Criaturas vis e usufruídas, minha cara. Serviram pra fazer tais versos! Rs
És de um profissionalismo grande:
Ao mesmo tempo que brinca, traz um rebuscado palavreado.
Queria ser igualmente livre.
A Mente (Coletiva) de Cláudio Talesman ®
O Lugar De Tudo Que Merece Ser Lembrado
http://amentedeclaudiotalesman.blogspot.com
Obrigada. :)
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